
Duas décadas atrás, a Hyundai era pouco conhecida no Brasil (e no mundo). Seus carros eram pouco atraentes e padeciam de durabilidade em vários aspectos. A reviravolta aconteceu com a chegada de modelos como os utilitários esportivos Tucson e Santa Fe e o hatchback i30.
O ix35 é outro bom exemplo desta nova safra sul-coreana. O modelo já estava sendo vendido na rede de concessionárias desde junho, mas só agora foi apresentado à imprensa especializada. No Brasil, o ix35 não aposentará o Tucson – que já está sendo montado no país em regime de CKD – e deve, inclusive, ser fabricado por aqui em até três anos.
O design é um dos diferenciais do ix35. As linhas marcantes exalam modernidade e não só estão em sintonia com os últimos lançamentos da Hyundai, como também devem nortear as tendências de estilo dos futuros modelos. O interior repete o arrojo observado por fora. Apesar de o acabamento deixar a desejar pelo excesso de plástico, os traços arrojados e a iluminação azulada dos mostradores dão um toque futurista à cabine.
O ix35 é outro bom exemplo desta nova safra sul-coreana. O modelo já estava sendo vendido na rede de concessionárias desde junho, mas só agora foi apresentado à imprensa especializada. No Brasil, o ix35 não aposentará o Tucson – que já está sendo montado no país em regime de CKD – e deve, inclusive, ser fabricado por aqui em até três anos.
O design é um dos diferenciais do ix35. As linhas marcantes exalam modernidade e não só estão em sintonia com os últimos lançamentos da Hyundai, como também devem nortear as tendências de estilo dos futuros modelos. O interior repete o arrojo observado por fora. Apesar de o acabamento deixar a desejar pelo excesso de plástico, os traços arrojados e a iluminação azulada dos mostradores dão um toque futurista à cabine.

Por enquanto, o modelo terá apenas o propulsor 2.0, que entrega 166 cv a 6.200 rpm e gera um torque máximo de 20,1 mkgf a 4.600 rpm. O motor 2.4, também a gasolina, de 177 cv, não tem data prevista para chegar ao país. Quem espera por uma boa variedade de cores vai se decepcionar, já que o ix35 será oferecido apenas nas cores preta e prata.
A configuração de entrada, que custa 88 mil reais, é equipada com um motor 2.0 a gasolina e tem câmbio mecânico de cinco marchas, tração dianteira (2WD) ar-condicionado, airbag duplo e freios com sistema anti-travamento (ABS) com distribuição eletrônica de frenagem (EBD).
A versão superior agrega o câmbio automático de seis marchas e sai por 93 mil reais, enquanto que o modelo batizado de ix35 “Completo” adiciona itens como partida do motor ao toque de um botão, piloto automático, ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem e sensor de estacionamento, ao preço de 103 mil reais.
O ix35 “Completo 4WD” é equipada com todos os itens da anterior, mais a tração nas quatro rodas, por 108 mil reais. Por fim, a configuração chamada pela Hyundai de “Completíssimo” entrega teto panorâmico elétrico, airbag duplo frontal, lateral e do tipo cortina, controle de estabilidade (ESP), controle de tração (TCS), assistente de partida em aclives ou declives e câmera de ré, mas sem o sistema de tração 4x4. O valor desta versão é de 115 mil reais.





No topo do console central fica a tela do sistema de navegação e entretenimento; os controles do ar-condicionado e do sistema de som Bose com 14 alto-falantes (vendido como opcional) ficam mais abaixo. Ar-condicionado digital, suspensão recalibrada, bancos esportivos e kit aerodinâmico da divisão S-Line compõem a lista de opcionais. Inicialmente, o A1 será vendido com quatro opções de motorização, todas elas equipadas com injeção direta de combustível e turbocompressor. Dois dos conjuntos são movidos a gasolina (1.2 de 86 cv e 1.4 de 122 cv), enquanto que os outros dois utilizam diesel (ambas 1.6, com 90 cv ou 105 cv). O sistema start-stop (que desliga o motor do carro automaticamente para economizar combustível) e os freios regenerativos – que armazenam a energia desperdiçada em frenagens para alimentar os componentes elétricos – são oferecidos de série. Opcionalmente, o A1 pode vir com uma transmissão S-Tronic de sete velocidades com embreagem dupla. A apresentação oficial do A1 está marcada para o Salão de Genebra, que acontece em março, na Suíça.













Este segundo pode mover o veículo em velocidades mais baixas ou fornecer torque extra para o carro em situações que exigem mais potência, como uma ultrapassagem. Ambos funcionam em conjunto com uma transmissão automática de sete velocidades equipada com embreagem dupla. Uma solução curiosa adotada pela VW é o desacoplamento do motor a combustão assim que o condutor alivia o pé do acelerador. Assim, segundo a montadora, o consumo de combustível é reduzido de forma significativa. O sistema Start-Stop, que já é utilizado nos modelos Bluemotion vendidos na Europa, também contribui na “dieta” mais frugal. Na hora de parar, o sistema de frenagem regenerativa utiliza o motor elétrico como um gerador, recuperando a energia cinética para armazená-la em uma bateria de íon-lítio. O NCC será exibido no Salão de Detroit até o dia 24 de janeiro.








